Minhas primeiras biblias continham o nome Jeová e os materiais informativos que eu consumia também traziam este nome. Adqueri outras biblias (passei a colecioná-las) em minha jornada cristã e frequentemente me deparava com a ausência deste nome e para mim não fazia sentido algum invocar um Deus sem nome, afinal muitos se intitulam deuses neste mundo (governantes, legisladores, atores(as), cantores(as) e até cientistas)! A situação atualmente esta ainda mais complicada atualmente, pois um "sopro contrário" agora quer nos convencer que Deus e Anjos eram os nórdicos ou escandinavos! Não incluo os eslavos nisto, pois é um povo que rejeita a divindade e abraça a santidade (não sei os russos). João Paulo II é o nosso exemplo.
Após aceitar a fé católica eu passei a chamar a Deus de JAVÉ. Era um nome que já conhecia, e muitos dirão: "Jeová (...iôva) é um sufixo eslavo e Javé é um fonêma franco-gaulês). Seria o Deus todo-poderoso um Russo(a) ou um(a) Francês(a)? Jesus Cristo explicou a uma samaritana que Deus é Espirito e devemos adorá-lo em espirito e verdade.
Apesar de crer que as aparições angélicas e divinas se deram em períodos noturnos*, muitos homens e mulheres estiveram possuídos por Deus e Anjos, pessoas cheias de virtudes, verdadeiros mestres da sabedoria, completos em excelência moral, que deixaram se conduzir pelos dons do espirito e já não falavam por si, mas pelo Criador do Universo, que de muito longe usava de meios não compreensíveis para se comunicar conosco (mesmo numa época tão egoísta!).
E quanto a Johrei? Será que é algum nome que veio a rivalizar com os dois nomes mencionados acima? No passado algum nipônico foi recpcionado como Deus ou Anjo entre os povos encontrados na altura da linha do equador? O mesmo raciocínio aplicado para JEOVÁ e JAVÉ se aplica a JOHREI.
O religioso, principalmente o católico, quer ver o CRIADOR na criatura, pois somos todos templos do Espirito Santo e a divindade, angelidade e santidade se fortalece com as virtudes, com moralidade, com a caridade, com a piedade, com a oração, com o jejum, com o amor, com a abnegação, com a sabedoria, etc.
Será que algum país pode revindicar a autoria destes nomes universais? Sim, quando mal utilizam tais nomes, intitulando de mal o que é bom, de amargo o que é doce, de feio o que é belo, de estupidez o que é sábio, de fraco o que é forte, etc. Denegrir nunca é o caminho, mas sim dignificar e honrar. Quantos desonram estes nomes!
*Nínguem pode ver a face de Deus e continuar vivo" (Moisés), tamanha a glória divina. O mesmo vale para Anjos. Devemos entender as aparições noturnas, nos leitos de descanso, enquanto homens e mulheres dormem, como um meio seguro de comunicação, que não coloca em risco a vida de um mortal.
Sem comentários:
Enviar um comentário