terça-feira, 30 de abril de 2013

JAVÉ, JEOVÁ OU JOHREI?




Minhas primeiras biblias continham o nome Jeová e os materiais informativos que eu consumia também traziam este nome. Adqueri outras biblias (passei a colecioná-las) em minha jornada cristã e frequentemente me deparava com a ausência deste nome e para mim não fazia sentido algum invocar um Deus sem nome, afinal muitos se intitulam deuses neste mundo (governantes, legisladores, atores(as), cantores(as) e até cientistas)! A situação atualmente esta ainda mais complicada atualmente, pois um "sopro contrário" agora quer nos convencer que Deus e Anjos eram os nórdicos ou escandinavos! Não incluo os eslavos nisto, pois é um povo que rejeita a divindade e abraça a santidade (não sei os russos). João Paulo II é o nosso exemplo.
Após aceitar a fé católica eu passei a chamar a Deus de JAVÉ. Era um nome que já conhecia, e muitos dirão: "Jeová (...iôva) é um sufixo eslavo e Javé é um fonêma franco-gaulês). Seria o Deus todo-poderoso um Russo(a) ou um(a) Francês(a)? Jesus Cristo explicou a uma samaritana que Deus é Espirito e devemos adorá-lo em espirito e verdade.
Apesar de crer que as aparições angélicas e divinas se deram em períodos noturnos*, muitos homens e mulheres estiveram possuídos por Deus e Anjos, pessoas cheias de virtudes, verdadeiros mestres da sabedoria, completos em excelência moral, que deixaram se conduzir pelos dons do espirito e já não falavam por si, mas pelo Criador do Universo, que de muito longe usava de meios não compreensíveis para se comunicar conosco  (mesmo numa época tão egoísta!).
E quanto a Johrei? Será que é algum nome que veio a rivalizar com os dois nomes mencionados acima?        No passado algum nipônico foi recpcionado como Deus ou Anjo entre os povos encontrados na altura da linha do equador? O mesmo raciocínio aplicado para  JEOVÁ e JAVÉ se aplica a JOHREI.
O religioso, principalmente o católico, quer ver o CRIADOR na criatura, pois somos todos templos do Espirito Santo e a divindade, angelidade e santidade se fortalece com as virtudes, com moralidade, com a caridade, com a piedade, com a oração, com o jejum, com o amor, com a abnegação, com a sabedoria, etc.
Será que algum país pode revindicar a autoria destes nomes universais? Sim, quando mal utilizam tais nomes,  intitulando de mal o que é bom, de amargo o que é doce, de feio o que é belo, de estupidez o que é sábio, de fraco o que é forte, etc. Denegrir nunca é o caminho, mas sim dignificar e honrar. Quantos desonram estes nomes!

*Nínguem pode ver a face de Deus e continuar vivo" (Moisés), tamanha a glória divina. O mesmo vale para Anjos. Devemos entender as aparições noturnas, nos leitos de descanso, enquanto homens e mulheres dormem,  como um meio seguro de comunicação, que não coloca em risco a vida de um mortal.

terça-feira, 23 de abril de 2013

JARDIM DO ÉDEN

A linguagem biblica é romântica e por muito tempo eu a interpretei românticamente, Atualmente esta sendo impossível manter uma interpretação poética da biblia, pois muitos passaram a zombar desta forma de arte escrita. 
Eu acredito em Adão e Eva e no Jardin do Éden, mas ao longo da minha jornada cristã fui obrigado aos poucos descaracterizar a poesia dos textos biblicos e revestir estes personagens reais dos elementos contemporâneos.



Entendo atualmente que o jardim do Éden foi uma espécie de "base", um lugar seguro onde ambos voltavam ao fim de cada dia de expedição. Fora do Jardim do Éden tudo era selvagem e perigoso e com cuidado o casal estudava cada forma de vida  e não pouco Adão e Eva confrontaram animais apenas com a própria estrutura corporal da qual foram formados. Não poucas vezes o casal se utilizaram da estética e da anatomia para escaparem das forças da natureza.
Num espaço de 01 século de expedição o casal criou outras "bases", além do jardim do Éden, servindo de local de proteção e de descanso.
O reino animal e vegetal foi por mais de 100 anos estudados por um homem e uma mulher e após este período de expedição, por sabotagem ou por terem cumprido a missão, tiveram os primeiros filhos.

domingo, 14 de abril de 2013

MEIO TERMO



Acho que este é o fim do impasse, muitos concordam que a humanidade pré-diluviana era em muito superiores a raça humana encontrada hoje e que houve uma redução gradativa do tempo de vida e dos dons   concebidos ao homem e a mulher após o dilúvio, mas poucos concordaram com o número de 12X, algo que valeu para o tempo de vida, mas que não valeria para os outros dons mencionados, como redigido numa mensagem anterior.
Corri o risco de sugerir  ou até defender a possibilidade, mas acredito que foi necessário para se chegar ao MEIO TERMO e desta forma todos concordamos que os outros dons não eram proporcionais a idade. Ou seja,  ter-se a longevidade de 12 pessoas não representa ter as demais habilidades na mesma escala.
A geração pré-diluviana era mais saudável e mais completa. Eram mais rápidos, mais fortes, mais inteligentes*, etc, de forma que até mesmo os ANJOS se sentiram atraídos pelas filhas dos homens, mas mesmo assim nenhum destes dons foram proporcionais a idade.
Por fim, creio que ficou ainda mais claro e entendido que sou adepto da EVALUÇÃO e não da EVOLUÇÃO.
Respeito as teorias evolucionistas, mas não admito a ideia de termos evoluído de carcaças e dejetos de dinossauros.

*Uma inteligência focada segundo as necessidades da época. Era um planeta completamente desconhecido pelo casal que dedicaria tempo e energia para o estudo de toda a vida presente neste planeta, fauna e flora sobre uma área milhões de quilômetros quadrados.