http://senado.jusbrasil.com.br/noticias/100410643/paim-exalta-luta-pelos-direitos-humanos-e-contra-discriminacao-racial
Igreja de São Benedito, um santo negro da igreja católica.
Hoje é o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial um dia importante não só para descendentes africanos, mas para pessoas que valorizam sua etnia. Eu sou descendente de polonês, português, ameríndio (índio) e africano. Valorizo cada parte de mim e não consigo ignorar o sofrimento de meus irmão étnicos. Sei que meus parentes afro-brasileiros se encontram numa sociedade cada vez mais justa e isto muito me alegra, pois apesar de não ter as carecterísticas quilombolas acentuadas, sei que esta herança se manisfesta de outras maneiras. Uma parte de mim esta sendo respeitada!
O que eu não quero e muito me desagrada é que a alegria de um seja a tristeza de outro. Eu costumo comparar o sofrimento polonês com o sofrimento angolano. Meus parentes sempre usavam a seguinte expressão: "Polaco (polonês) é o negro, mas do avesso". Por quê? O(a) polones(a) pode ser europeu, ter uma pele que nunca se bronzeia ao sol, olhos claros e boa saúde, no entanto sofreram com guerras intermináveis, fome, doenças, torturas fisicas e psicológicas desde que aderiram a fé católica ao fim do primeiro milênio depois de Cristo. Literalmente carregam a cruz de Cristo.
O meu lado indigena e africano desabona completamente os poloneses por injustiças. O meu lado polonês fala e escreve: "A Polonia é inocente e jamais réu!"
Agora o meu lado lusitano se esconde e se refugia nas minhas outras etnias, mas aos poucos portugueses estão indenizando negros e indigenas. É uma divida bem parcelada, talvez 18 ou 36 vezes de R$... Deixa pra lá, é muito número. Meu falecido vovô luso-brasileiro (Dos Prazeres), queria muito tê-lo conhecido, mas um dia quem sabe.
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