Em meu retorno a fé cristã católica estou aprendendo a dar importância ao meu passado genético, algo despertado pela fé cristã sud (mórmon), mas que esta se efetivando neste período da minha vida. Na fé cristã testemunha de Jeová, serei justo, recebi um breve lampejo deste sentimento, num discurso que abrangia a palavra pai, uma palavra que nas escritas antigas dos hebreus se referia a avós, bisavós, trisavós, tataravós, etc. No hebreu antigo não havia a palavra avô ou avó.
Estou aprendendo a visitar paróquias e "locais de descanso" em busca de mais informações sobre meus antecessores. Limpei meu primeiro jazigo exatamente neste domingo passado, com um paninho úmido, e fiz orações em polonês junto ao local de descanso deles. Acendemos velas e incensos. Estava com minha irmãzinha e ela me ajudou. Com papel e caneta anotamos nomes e sobrenomes relevantes para a pesquisa genealógica. Esses esforços cansam o corpo, mas fortalece o espirito! Sentimentos de conquista, sucesso e realização nos preenchem com esta atitude cristã.
Antes de iniciarmos o percuso até a igreja de São Miguel, procuramos a benção da Virgem Mãe sob o título de Nossa Senhora de Czestochowa. Na avenida Centenário, bem no ínicio, encontramos um lugar para lanchar chamado Café Polonia. Com o corpo nutrido seguimos rumo ao local. Na metade do caminho encontramos o Memorial Polones Prof. Romão Wachowicz, onde tiramos muitas fotos, além de apreciar as dezenas de quadros no interior da casa histórica. Visitamos a capelinha de São Miguel Arcanjo, onde oramos pedindo proteção. A paisagem da represa nos impressionou, não só pela beleza, mas pela capelinha submergida. Chegamos então no cemitério e depois de quase 02 horas no local fomos embora de carona com o condidato a vereador Wilmer Silva, um lusitano de nome e de alma, mas brasileiro na identidade.
Antes de iniciarmos o percuso até a igreja de São Miguel, procuramos a benção da Virgem Mãe sob o título de Nossa Senhora de Czestochowa. Na avenida Centenário, bem no ínicio, encontramos um lugar para lanchar chamado Café Polonia. Com o corpo nutrido seguimos rumo ao local. Na metade do caminho encontramos o Memorial Polones Prof. Romão Wachowicz, onde tiramos muitas fotos, além de apreciar as dezenas de quadros no interior da casa histórica. Visitamos a capelinha de São Miguel Arcanjo, onde oramos pedindo proteção. A paisagem da represa nos impressionou, não só pela beleza, mas pela capelinha submergida. Chegamos então no cemitério e depois de quase 02 horas no local fomos embora de carona com o condidato a vereador Wilmer Silva, um lusitano de nome e de alma, mas brasileiro na identidade.
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