O tema desse 17º domingo do tempo comum foi: PÃO EM ABUNDÂNCIA PARA TODOS! Durante a missa foi destacada a importância de partilhar, mas não focou só o pão, alimento do corpo, como também o pão do espirito. Eu gostaria de dividir com quem tem fome o alimento intelectual. É por isso que escrevo mensagens neste blóg, para dizer que o pão tá na forma e logo logo ele vai estar no balcão bem quentinho.
Ontem fui até a paróquia Nossa Senhora das Dores em Araucária/PR, região metropolitana de Curitiba. Lá há um bairro chamado Thomaz Coelho, antiga colônia de poloneses, onde residem um número respeitável de desc. poloneses, que compartilham aquelas terras pacificamente com desc. lusitanos (Oliveira, Meira, Moreira, Silveira, Pereira, Vieira, Nogueira, Teixeira, Filgueira, etc), filhos de Portugal. Aliás, devo aqui escrever, que antes de qualquer terra pertencer aos poloneses dali, era propriedade de algum marquês luso. Marquês este que fez muito gosto que poloneses habitassem aquelas paragens!
Nesta paróquia encontrei certidões de casamento e certidões de batismo de meus antepassados eslavos. Cheguei, graças ao bom Deus ao ano de 1884, época ainda em que o imperador D. Pedro ll reinava sobre terça parte da América! Desconfio que algum Surek (quase certeza) foi até o Alto da Glória recepcionar a majestade.
Meus bisavós e tataravós foram batizados na capela Nossa Senhora das Dores? Não. Os dcumentos foram transferidos para esta capela para maior segurança dos arquivos e maior comodidade de genealogistas. Os livros de registros pertenciam à capela São Miguel e outras capelas próximas.
ANTIGA CAPELA:
ORIGEM DA DEVOÇÃO: O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. Em 1239, a sua veneração no dia 15 de Setembro teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita). Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria. O titulo Nossa Senhora das Dores é a forma lusitana, pois a forma original esta em latim. Interessante que Das Dores e Dos Prazeres se complementam, pois um titulo destaca as dores e o outro titulo destaca as alegrias e regozijos da Virgem Mãe.
ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DAS DORES: Ó Mãe das Dores. Rainha dos mártires, que tanto chorastes vosso Filho, morto para me salvar, alcançai-me uma verdadeira contrição dos meus pecados e uma sincera mudança de vida. Mãe pela dor que experimentastes quando vosso divino Filho, no meio de tantos tormentos, inclinando a cabeça expirou à vossa vista sobre a cruz, eu vos suplico que me alcanceis uma boa morte. Por piedade, ó advogada dos pecadores, não deixeis de amparar a minha alma na aflição e no combate da terrível passagem desta vida a eternidade. E, como é possível que, neste momento, a palavra e a voz me faltem para pronunciar o vosso nome e o de Jesus, rogo-vos, desde já, a vós e a vosso divino Filho, que me socorrais nessa hora extrema e assim direi: Jesus e Maria, entrego-Vos a minha alma. Amém.
ORIGEM DA DEVOÇÃO: O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. Em 1239, a sua veneração no dia 15 de Setembro teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita). Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria. O titulo Nossa Senhora das Dores é a forma lusitana, pois a forma original esta em latim. Interessante que Das Dores e Dos Prazeres se complementam, pois um titulo destaca as dores e o outro titulo destaca as alegrias e regozijos da Virgem Mãe.
ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DAS DORES: Ó Mãe das Dores. Rainha dos mártires, que tanto chorastes vosso Filho, morto para me salvar, alcançai-me uma verdadeira contrição dos meus pecados e uma sincera mudança de vida. Mãe pela dor que experimentastes quando vosso divino Filho, no meio de tantos tormentos, inclinando a cabeça expirou à vossa vista sobre a cruz, eu vos suplico que me alcanceis uma boa morte. Por piedade, ó advogada dos pecadores, não deixeis de amparar a minha alma na aflição e no combate da terrível passagem desta vida a eternidade. E, como é possível que, neste momento, a palavra e a voz me faltem para pronunciar o vosso nome e o de Jesus, rogo-vos, desde já, a vós e a vosso divino Filho, que me socorrais nessa hora extrema e assim direi: Jesus e Maria, entrego-Vos a minha alma. Amém.
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